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Na Feira do Centenário da Filadélfia, em 1876, todas as novidades
têxteis da Europa foram trazidas para o novo mundo. A partir daí
as bonequinhas começaram a se popularizar nos
Estados Unidos. No início a popularidade veio através do Redwork e
depois começaram a surgir os primeiros desenhos e apostilas das
Sunbonnets em Quilts entre 1900 a 1915.
Na verdade, um conjunto de fatores contribuiu para a popularidade das
Sunbonnets e sua presença no patchwork.
Nos
Estados Unidos, é atribuído
à escritora Bertha Cobbert
o título de "Mães dos Bebês Sunbonnets".
Bertha Cobbert era ilustradora do "Minneapolis
Journal", (Minneapolis é uma cidade do estado de Minessota, nos Estados
Unidos), e em 1902 foi publicado o seu livro "The Sun-bonnets Babies", onde
havia ilustrações de meninos e meninas com os rostos cobertos por seus
chapéus e gorros.
As ilustrações de Bertha ficaram tão populares, que logo
foram impressas em tecidos, canecas etc.
Depois do período da Depressão Americana e Segunda Guerra Mundial os motivos
infantis
e ingênuos foram "esquecidos". As Sunbonnets caíram no esquecimento
"popular", os bordados de redwork deixaram de ser populares e as meninas
sobreviveram somente entre as quilters.
Por um longo período, essas bonequinhas, eram apenas mais um bloco delicado
de aplicação, para quilts infantis.
Nos anos 80 as bonequinhas começaram a aparecer com mais intensidade.
Quilters "feministas" começaram a criar bonequinhas que demonstravam seus
sentimentos, suas idéias e aspirações.
A Sunbonnet tradicional começou a ser
adaptada para exprimir idéias modernas, muitas vezes chegando até a ser
satirizada. |
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